*Pré-reserva de um romance ocidental de fantasia sobre gestão, gastronomia e vida rural: "A Pequena Loja Mágica de Dalian", sinopse abaixo 【Texto completo】 Xivi herdou de seus pais irresponsáveis uma fazenda abandonada, situada na borda da floresta de criaturas mágicas, tendo como vizinhos anões, goblins e até mesmo uma bruxa. De vez em quando, grupos de aventureiros apareciam pedindo abrigo. A fazenda era enorme, o trabalho era demais, e Xivi, girando feito um pião por meio mês, só conseguiu arar dois acres de terra. Não podia continuar assim, então Xivi decidiu contratar alguém para ajudar nas tarefas agrícolas. Após colar inúmeros cartazes e publicar anúncios, o primeiro candidato a aparecer com um panfleto foi... um dragão?! Xivi, segurando os dois moedas de prata no bolso, pensava se conseguiria pagar um dragão prateado. O dragão perguntou cautelosamente: "Espero receber diariamente como pagamento duas tortas de mirtilo, um prato de bife na manteiga, codornas cozidas com cogumelos e uma cesta de pãezinhos crocantes para mergulhar em creme." Xivi soltou as moedas: parece justo? Ambos acharam vantajoso. O dragão prateado comia muito, mas também trabalhava muito; em três dias arou dez acres, empilhou lenha no quintal, manteve o celeiro limpo e organizado, e fazia todo o serviço sozinho. Xivi, na cozinha, sovando a massa para assar pãezinhos crocantes, pensava: ter um dragão trabalhando é maravilhoso! Com a ajuda do dragão prateado, finalmente pôde tirar tempo para entregar tortas de framboesa à sacerdotisa do Templo da Luz, contratar goblins da floresta para colher cogumelos, participar do festival da colheita da vila... A fazenda de Xivi prosperava cada vez mais, fornecedores apareciam para comprar produtos, grupos de aventureiros adoravam compartilhar histórias ali, e vizinhos não humanos visitavam com frequência. Mas certo dragão prateado começou a sentir ciúmes: "As tortas de mirtilo de Xivi não são mais só para mim." Xivi acariciou delicadamente sua testa: "Austin, você está sendo manhoso comigo?" O dragão ficou instantaneamente vermelho, decidindo ignorar seu ousado namorado humano pelos próximos dez minutos. *Guia de uso 1. Fantasia ocidental, vida rural cotidiana, toda a trama gira em torno da agricultura e da gastronomia. 2. Muitos tipos de criaturas fantásticas irão aparecer, porque fantasia pede variedade. 3. Todos os personagens são física e emocionalmente fiéis, 1x1, ambos são o primeiro amor um do outro. 4. A capa é encomendada, por favor, apreciem a beleza deslumbrante do personagem. *Sinopse de pré-reserva Dalian herdou uma pequena loja mágica, onde já atendeu muitos clientes. Ele ajudou o príncipe exilado da Dinastia das Rosas a retomar o trono, devolveu a beleza à flor de lírio do Império... e até permitiu que almas de falecidos regressassem ao lar. Qualquer coisa é possível, desde que se pague um pequeno preço que se pode abrir mão. A porta giratória leva a loja para qualquer canto do mundo, atraindo clientes com desejos intensos. Às vezes, há pequenos acidentes. Dalian diz: "Bem-vindo à minha loja mágica, em que posso ajudá-lo... Ué, é um corvo?" O dono de coração negro convenceu o senhor corvo a assinar um contrato de servidão de mil anos, e assim a loja ganhou um assistente bonito. Limpar o sótão, preparar poções mágicas, cuidar do jardim de ervas, ler histórias para dormir... tudo isso agora tem quem faça. Uma poção de transformação em troca da liberdade, um assistente bonito e eficiente, parece um ótimo negócio. Uma rosa vívida sempre florescendo na janela, gemas brilhantes de todas as cores, e um beijo de boa noite estampado na testa são apenas pequenas imperfeições do ótimo assistente. O dono de coração negro é difícil de agradar, o senhor corvo ainda precisa se esforçar mais. *Na ilha de Elistu circula uma lenda: uma loja mágica aparece ao lado de quem precisa dela, e o dono gentil e afável realiza qualquer desejo. O sino toca, e um cliente desiludido entra pela porta giratória. "Bem-vindo à minha loja mágica, em que posso ajudá-lo?" O dono, sempre amável, sorri, e o assistente bonito serve uma xícara de chá quente. "Quero fazer um desejo!" "Claro, só precisa pagar um pequeno preço."
কেনোই একটি সমুদ্রতীরবর্তী শহর, সাদা সাগরের ঢেউয়ের ফেনা জাহাজ ও বন্দরের উপর ভাসিয়ে তোলে, পেছনে বিস্তৃত সবুজ মাঠ ও বন এই উজ্জ্বল কমলা রত্নটিকে সজীব রাখে।
এটি ছিল সিভির কেনোই পৌঁছানোর দ্বিতীয় দিন।
সূর্যের আলো ঝলমল করছিল, অথচ তার মুখাবয়ব ক্লান্ত।
বিশ্বজুড়ে ভ্রমণকারী মা-বাবা তাকে উপহার দিয়েছিলেন একটি মূল্যবান সম্পদ, কেনোই শহরের বাইরে, দানব বনাঞ্চলের ধারে অবস্থিত একটি খামার।
কিন্তু সিভি এখনও খুঁজে পাননি এমন কোনো বাহন যা তাকে খামারে নিয়ে যেতে পারে।
গতকাল সে শহরের প্রাচীরের নিচে পুরো বিকেল অপেক্ষা করেছিল, সূর্যের আলো ধীরে ধীরে হালকা হলুদ থেকে কমলা লাল হয়ে উঠছিল, কিন্তু কোনো গরুর গাড়ি বা ঘোড়ার গাড়ি তাকে নিয়ে যেতে রাজি হয়নি।
“আপনি বললেন আপনি বেলি গ্রামে যাবেন? ওহ না, আমরা সেখানে যাই না।”
“বেলি গ্রামের শেষ প্রান্তের খামারে? সেটা তো অনেক দূরে, আপনি তিনটি রূপা দিয়েছেন? না না না, পাঁচ রূপাও দিলেও আমি তত দূর যাওয়ার পছন্দ করব না।”
সিভি ভাগ্য পরীক্ষা করে অনেকবার চেষ্টা করেও ব্যর্থ হয়, অবশেষে ক্লান্ত শরীর নিয়ে ফেরত যায় হোটেলে, পরের দিনের জন্য নতুন করে সুযোগ খোঁজার প্রস্তুতি নিয়ে।
কেনোই শহরের রাস্তা আর বাড়িগুলো হলুদাভ ইট ও পাথরের টুকরো দিয়ে নির্মিত, ছাদের টাইলসগুলো উজ্জ্বল কমলা রঙের, এমনকি শীতকালেও এটি একটি উষ্ণ নগরী।
এই উষ্ণ রঙ সিভিকে আরও ক্লান্ত করে তোলে।
দীর্ঘ যাত্রার ফলে তার ঠোঁট ফ্যাকাশে হয়ে গেছে, সাগরের নীল রঙের কোমল চোখগুলো লম্বা পলক দ্বারা ঢেকে গেছে, কাঁধের পাশে বাঁধা কালো চুল বাতাসে হেলেছে, এক ক্লান্ত যাত্রীর আকৃতি ফুটে উঠেছে।
আজ নতুন একটি দিন, সিভি হোটেল থেকে বেরিয়ে বিশেষভাবে আলোর মন্দিরের সংলগ্ন修道院 এর পাশে দিয়ে যায়, সেখানে তার ছোট বোন ইভরিন পাঁচ বছর বয়সে আনা হয়েছিল, এখন সে আঠারো বছর, আলোর মন্দিরে